Entrevistas

Sensível e original: Escritor Ari Donato lança livro “A criação, não a criatura”

Olá pessoal! Como vão?

Hoje vamos para um tipo de postagem diferente aqui no Conto Solto, trata-se de uma entrevista com o grande escritor e jornalista baiana Ari Donato.

Ele foi meu colega de trabalho, e ouso de dizer, mentor, por um período de tempo em que pude aprender muito com sua escrita, então aproveitei a oportunidade que ele está lançando mais um livro para seu currículo e trouxe para vocês uma entrevista.

Quem se interessar por seu livro, basta entrar em contato através do Instagram @donato_ari 😉

Como se descobriu na escrita?

Eu sou jornalista por formação, e isso já me aproximou bastante da escrita. Diz o jornalista Carlos Navarro que repórter tem esta sina de aproveitar as horas vagas ou o tempo de sobra, quando se afasta das redações, para escrever. Mas eu ainda sou um aprendiz, estou dando os primeiros passos dessa caminhada pela literatura. Este é meu segundo livro de ficção, embora eu já tivesse escrito três outros, que têm uma função mais de relatório, contando as ações sociais do Programa SER, desenvolvido pelo Tribunal de Justiça da Bahia, entre os anos de 2011 e 2014.

Fale um pouco sobre seu mais novo livro (nome, sinopse, inspiração para a história);

Este segundo livro tem por título “A Criação, não a Criatura”. Trata-se de uma fábula, a qual chama a atenção do leitor para a sina de animais e aves, especialmente aqueles mais frágeis, mais desprotegidos, ante o predador. Mostra que muitas dessas ações predatórias são naturais e que todo animal e toda ave é caça e, também, caçador; parte de uma natural cadeia alimentar. “A Criação, não a Criatura” defende a existência de alma e de inteligência nos animais.

Qual o escritor que mais influenciou sua escrita?

Eu não tenho um escritor de cabeceira, admiro muitos escritores brasileiros, tanto no romance quanto na poesia. Mas não nego que eu observo, para seguir com textos e diálogos, a construção dos romances de Machado de Assis, Lima Barreto e Jorge Amado, e dos poemas de Castro Alves.

Deixe uma mensagem para os leitores:
Eu só me aventuro a falar para os aprendizes iguais a mim, jamais para os gênios, esses já nascem com o dom da escrita. Quem sou eu para ensinar-lhes?
Não há novidade: para escrever é preciso ler; quanto mais se lê mais janelas se abrem para que se possa escrever. Mas escrever (descrever) o que se vê não é o mesmo que escrever (criar) o que não se vê. A leitura permite o acúmulo de situações e mais situações, e isso pode facilitar o processo de criação.

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2 comentários em “Sensível e original: Escritor Ari Donato lança livro “A criação, não a criatura”

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